Rio de Janeiro se torna a cidade mais cara do mundo para produção audiovisual

18 de outubro de 2013

Carlos Accioly

Presente nas novelas, nos filmes nacionais e no mundo, na artes, na fotografia e nos filmes publicitários, o Rio de Janeiro é o maior polo audiovisual do país. Além de toda essa exposição nas diversas mídias, a cidade sediará a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 fortalecendo mais ainda a “marca” Rio em nível mundial.

A produtora carioca A+Movie&Art, inaugurada há menos de um mês sob o comando de Antonio Carlos Accioly, já desenvolve dois grandes projetos: um filme para a Petrobras e um clipe para Brian McKnight, cantor norte-americano com 16 indicações para o Grammy. “O Rio de Janeiro se tornou o maior pólo de audiovisual do Brasil. Você liga a TV e vê campanhas publicitárias de cervejas, refrigerantes e bancos, inclusive internacionais, filmadas nos cenários cariocas. Além disso, longas metragens nacionais e de outros países que estão em produção também utilizam esse cenário”, diz Accioly.

A sociedade com Paulo Dantas, fundador da Movie&Art, apostou na importância do Rio como sede da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. “Com certeza haverá bastante trabalho e muitas oportunidades. Todo mundo quer ter o Rio de Janeiro ligado a sua marca. O mercado publicitário é um exemplo pela abertura de novas empresas de marketing, promoção, agências e produtoras.

Por outro lado, o Rio também se tornou a cidade mais cara do mundo para produzir filmes. “Os produtores locais tem tentado negociar com a Prefeitura e o Governo em relação aos altos custos de locação para se filmar em cartões postais como o Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Jardim Botânico, Rampa de Vôo Livre. Monumentos como o Teatro Municipal e o novo Maracanã também ficaram inviáveis. Chegaram a pedir R$ 1 milhão para uma locação no estádio”, reclama. A A+Movie&Art também se responsabiliza pelas produções em Brasília, onde mantém escritório.



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