Vaca vira caso de polícia em Florianópolis
31/01/2012
Cuidado! Tudo o que você disser poderá ser usado contra você. E o que fizer também. Ninguém é uma ilha. Vivemos em um verdadeiro BBB. Na intenção de mostrar uma cena inusitada para os amigos você poderá estar revelando ao mundo. Tudo viraliza muito rápido. Vi a foto da vaca atolada em plena aula de marketing digital, quando estudávamos interações do Facebook, e um colega virou seu tablet para mim mostrando, pasmo, a cena do policial fazendo a “brincadeirinha”, posicionado por trás da escultura da vaca pintada para o evento da CowParade de Santa Catarina.

Vimos a imagem em um post do Face e, em menos de 10 minutos, a foto estava na capa do UOL. UAU! Vazou. A vaca caiu na rede. O fato, que era apenas um boato em novembro de 2011, materializou-se em imagem nas redes sociais. Para ganhar as páginas dos jornais foi um instante. E, com certeza, esse vai ser um dos GRANDES assuntos no Brasil hoje. Ou será no mundo, já que o evento da vaquinha é internacional?
Para continuar na mesma batida do que vem ganhando destaque na mídia nacional, a pergunta poderia ser: a vaca viraliza tanto quanto a Luiza? Mas, para encerrar, prefiro perguntar: o bom exemplo também é capaz de viralizar ou a essência humana não permite isso?
Carlo Manfroi é publicitário, professor, especialista em marketing interativo e sócio da Qualé Digital www.qualedigital.com, @carlomanfroi, carlo@qualedigital.com
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