Se a resposta for que tem utilizado métodos de planejamento tradicionais, pare para olhar um pouco a sua volta e veja tudo que tem de novo no mercado.
Desde meados do ano passado comecei a estudar o que há de novo nessa área para minha empresa Clear Educação e Inovação e para o Voluntários Online.
Nos meus estudos, fiquei particularmente impressionada com as possibilidades do Design Thinking e do Business Model Generation ( Modelo Canvas ).
Tenho estudado e utilizado o Canvas nos últimos meses e gostaria de compartilhar que estou completamente encantada com as possibilidades que o mesmo apresenta.
Estou utilizando para a minha empresa, a Clear Educação, ainda um start up, e para o Instituto Voluntários em Ação, uma ONG onde sou presidente voluntária, com quase 14 anos de atuação. Em ambos os casos, a aplicação inicial do Canvas, aliado ao Design Thinking, ampliou a nossa visão sobre os próximos passos nas organizações. Temos agora vários modelos de negócios para aprofundamento em cada uma das organizações.
Essa nova experiência abriu meus olhos e minha mente quanto ao modo de planejar e introduzir novos serviços e produtos no mercado.
Sou uma empreendedora com mais de 25 anos no mercado, já empreendi em várias áreas com sucesso, mas sempre me baseando no tradicional Plano de Negócios e tudo o que ele envolve, principalmente muito custo, pouca participação colaborativa e necessidade de focar em um investimento de grande porte, na maioria das vezes.
O que o Design Thinking e o Canvas me trouxeram não tem preço: a mudança de modelo mental.
Com um novo consumidor no mercado, cada vez mais conectado e engajado, eu tinha a consciência de que não poderia mais empreender do mesmo jeito, que a fórmula que aprendi nas aulas de administração e no MBA não estava mais de acordo com as necessidades das pessoas e do mercado.
Hoje penso de forma aberta e tenho procurado construir os modelos de forma colaborativa.
Recomendo muito aos empreendedores, de StartUps ou de empresas já consolidadas, com ou sem fins lucrativos, que invistam um tempo em conhecer essas novas metodologias e ferramentas disponíveis, com destaque para o Canvas e o Design Thinking.
Cito aqui alguns trechos do Blog da Concrete sobre o Canvas.
O Business Model Canvas como alternativa ao plano de negócio
Os planos de negócio estáticos há anos são usados com sucesso em empresas com novos processos bem definidos. Porém não atendem aos novos empreendimentos, em que o conhecimento dos clientes e do mercado não passam de hipóteses que precisam ser validadas, como geralmente é o caso das startups da web. Então como fazer e mostrar os modelos de negócios de modo que precisam evoluir baseados na experimentação e validação incremental e sistemática das hipóteses?
A resposta mais adequada parece ter sido dada pelo Business Model Canvas descrito no livro já citado Business Model Generation de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur.
Business Model Canvas
O livro Business Model Generation de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur diz que o modelo de negócio precisa ser:
– conceituado de um modo que todos entendam.
– simples, relevante e intuitivo sem simplificar demais o modo como a empresa funciona

Esse artigo também tem uma excelente explicação sobre o Canvas.
No Slideshare tem uma ótima apresentação do Canvas vias seus criadores.
Leia esse artigo sobre o Canvas e StartUps: Canvas de Modelo de Negócios: uma contribuição para o sucesso de Startups.
Leia esse ótimo artigo da Maria Augusta Orofino, especialista em Design Thinking e Canvas, instrutora da ESPM e da Clear Educação para os temas, que tem me guiado e instruído na implementação na Clear e IVA: Afinal, quando surgiu o conceito de modelo de negócios?
E aí , está curioso? Gostou? Quer saber mais?
Nos acompanhe aqui e no Blog da Clear Educação para mais conteúdo sobre os temas.
Para qualquer comentário, crítica, sugestão ou feedback , estou no @fernandabonsa, [email protected] e www.cleareducacao.com.br.

