O jogador fica literalmente pendurado numa estrutura muito semelhante a uma asa delta real e interage com o jogo apenas movimentando o triângulo que simula o comando da asa delta, sem qualquer conexão por fios ou controles remotes de vídeogames. O jogo tem duas fases intercaladas por trechos do filme e dura aproximadamente 5 minutos. Na primeira fase o jogador voa sobre o Rio de Janeiro e tem que passar por um caminho específico para somar pontos. Já na segunda fase, ele precisa controlar a asa delta durante o pouso na praia de Copacabana.
Mais do que somar pontos ou vencer os desafios, o objetivo da ação é proporcionar ao jogador a experiência de estar em condições semelhantes ao de um voo de asa delta enquanto se diverte num jogo de vídeogame. É uma ação interativa que mostra aderência ao tema do filme e ao local que está sendo executada (praia de Copacabana), além de vanguarda em usar tecnologia de ponta.
Além do planejamento da ação interativa e da programação do jogo, a Morphy foi responsável também pela modelagem 3D de todos os elementos, incluindo personagens e cenários, inaugurando assim a nova área da empresa responsável pelo desenvolvimento de modelos e pela animação 3D para os projetos da agência e também para o mercado publicitário em geral. Segundo Marlon Souza, diretor executivo da Morphy, “esta nova área nos dá maior autonomia e agilidade para atendermos nossos clientes, assim como nos posiciona como um novo player no mercado da modelagem 3D”.
Este é o segundo projeto que a Morphy desenvolve para o Banco do Brasil, já que em 2010 usou também a tecnologia de realidade virtual no jogo de frescobol desenvolvido para o Salão Imobiliário de SP, do qual o banco participou.



