Escolher entre uma refeição rápida, para saciar a fome da hora, ou saborear um prato preparado com cuidado, legumes e carnes selecionadas e que lhe propõem um trato de respeito com seu corpo e com sua mente?
Algumas horas caem muito bem um hambúrguer, uma pizza ou um pastel… mas a médio e longo prazo sua saúde vai implorar por mais cuidado.
E nessa comparação quero abordar o perfil de atuação de uma assessoria de imprensa ou de comunicação, para ser mais abrangente. O que vale mais: o atendimento personalizado, com estratégias planejadas e bem pensadas, respeito com a informação e com os colegas que estão na redação? Ou uma demanda recebida, cumprida , mas sem a visão sistêmica que qualquer ação de comunicação exige?
No dia-a-dia temos nos deparado com esse dilema entre os colegas. Se a empresa cresce muito e passa a transformar o atendimento em padrões objetivos, o cliente pede um profissional só pra ele. Se a empresa opta em atender menos clientes para oferecer um serviço mais qualificado, o mercado não valoriza e a remuneração não consegue estar à altura desta dedicação.
Desde que iniciei no mundo da assessoria de imprensa, em 1995, percebi que o trabalho exigido era muito mais subjetivo do que o da redação. Quando estava na TV, recebia uma pauta e deveria cumpri-la naquele período determinado e pronto. No máximo iríamos complementar o assunto em outro dia, se assim fosse necessário.
E nesse contexto é que entra a relação com o cliente. O fast food pode saciar algumas vezes, mas o bistrô é que pode deixar raízes e manter o corpo em forma.
Até a próxima!
