Título da peça criada pela Decisão para Neri Seguros
- A Decisão, de Florianópolis, criou para seu cliente Neri Seguros, uma peça com o título "Na vida real, o buraco é mais embaixo", que está sendo utilizado num adesivo de chão que tem como ilustração o desenho de um buraco e está sendo colocada em centros comerciais de Florianópolis. A ação está surpreendendo o público, pois chama a atenção para os possíveis acidentes que acontecem no cotidiano.
Criação
Segundo Alexandre Guedes, Diretor de Criação da Decisão, o melhor da ação é o elemento surpresa. "Algumas pessoas passam e não estão nem aí. Mas a maioria não fica indiferente. Ou seja: por um custo reduzido conseguimos gerar impacto e reflexão para um tema que muitas vezes as pessoas não querem nem falar," comenta o criativo.
Veja a reação das pessoas ao se encontrar com a peça:
Ficha Técnica
Anunciante: Neri Seguros
Título: Buraco
Diretor de Criação: Alexandre Guedes
Diretor de Arte: Bruno Kaneoya
Redator: Átila Ferrarez
Atendimento: Rafael dos Santos
Mídia: Rafaela Michels
Aprovado: Neri Amaral
Leitor Sérgio Casalecchi enviou imagem de uma peça da Universidade Makenzie, de São Paulo, que considera ter semelhante à ação da Neri Seguros. Leia seu comentário e veja a imagem na sequência. "Essa peça da Neri Seguros "lembra" muito a ação criada para a Universidade Mackenzie(divulgada recentemente no CCSP), em que foram adesivados buracos no chão, tendo ao lado uma plaquinha com os dizeres " Drogas são assim: o fim da linha".
Mais uma!"
COMENTÁRIOSHumberto (Nino): Bom... é legal! diferente não é e nem inovador e isso todo mundo ja sabe e redicolo é dizer que é uma idéia roubada da Mack, axo fora do normal o "Abismo" ser reconhecido pelo CCSP. Cansamos de receber e-mails com peças do desse tipo, isso não excita excita mais.
O grande mérito da Decisão é ter aplicado uma "idéia" dessa no mercado de SC.
Parabens! Sucesso a todos!Bruna Burk: Achei muito bacana a idéia utilizada na peça. Hoje ainda estava criando uma peça para o setor de seguros de um dos nossos clientes e tive certa dificuldade em adaptar o texto pelo fato de não poder "brincar" com o tema. Mas, a idéia quando relacionada a acidentes do cotidiano é uma forma divertida de tratar o tema, que sempre é relacionado a tragédias. Parabéns!Sérgio Casalecchi: Oi Rodrigo Bonsi, ao contrario, quero ver o mercado sempre melhor, por isso opinei. A semelhança das ações é clara! O que não diz ser cópia, plágio, chupada ou coisa parecida. Respeito os autores da peça “na vida real o buraco é mais embaixo”. E bem lá no fundo, só eles sabem se nessa história tem ou não tem tatu mamando. Relaxa! Ao atacar pra se defender, quem ganha é a dúvida!
Anderson - 9mm: É diferente, é legal e o que é melhor: foi aprovada. Isso é ótimo, num mercado que dificilmente sai do convencional. Valeu, Átila. Bom trabalho.Gustavo - Itacca: Kkkkkkk....acho que eu vi o Átila no filme.....José Batista: Meu o que que é esse vídeo em que aparece o pessoal da agência fazendo "papel" de clientes... ridículo.Rodrigo Bonsi: Tem sempre um tatu querendo levar o mercado catarinense pro buraco.
Caro Sérgio, acho que já estamos passando dos limites. Essas comparações são absurdas, dizer que a peça “o buraco é mais embaixo” foi inspirada em uma outra da Universidade Makenzie é simplesmente absurdo, é taxativo e não se justifica. Se for assim teremos que considerar que o uso de macaco, banana, cadeado, girafa, bola, peru, 11 de setembro não são válidos, porque são inspirados em outras peças? Acho que você, como um profissional que é, deve saber que a inspiração veio mais de Julian Beever, o artista de rua, do que da Universidade Makenzie. Aliás, a peça paulista ilustra um abismo, não um buraco. Texto, idéia, concepção, aplicação, são extremamente diferentes.