Marketing Oral

21 de Janeiro de 2013

Sábado entrei no carro com meus filhos e esposa para ir à praia. Não ligamos o rádio, resolvemos cantar. O m

Sábado entrei no carro com meus filhos e esposa para ir à praia. Não ligamos o rádio, resolvemos cantar. O mais novo começou com uma música que eu ainda não tinha ouvido, mas cativou na mesma hora, pura diversão, a letra era assim:

“Quer beijar a periguete,
Mas passou na lanchonete,
Xavecou a garçonete
E mandou um vinagrete,
Mas não tem nenhum chiclete,
Faz o quê?
Usa Oral-B Complete!
Usa Oral-B Complete!”

Veja só: eu estava com a mídia rádio desligada, sem TV aberta ou paga, sem acessar a internet e de repente... sou impactado por um comercial. Que veio de onde? Foi amplificado pelas cordas vocais de meu filho. Que viu onde? Na internet. Naquele momento, nem comercial era, apenas uma musiquinha divertida. Tão divertida que ficou o dia todo nos meus ouvidos. Quando cheguei em casa, meu filho foi me mostrar o vídeo no Youtube (até ontem tinha mais de 12 milhões de views). Acabei assistindo também ao making off, que mostra um projeto muito bem realizado, com estrutura completa de promo na web, concurso de vídeos, etc. O tradicional formato de “faz o comercial de TV com a URL da promo pra jogar pro site” está cada vez mais estilhaçado. Hoje se pega uma campanha como vírus, sabe-se lá aonde, depende das companhias com quem você anda. Quer dizer: se a ideia é boa, é difícil ficar imune. Vem como um tsunami e acaba chegando a você. A propósito: quer saber como é que canta e botar a boca no trompete?

Confira o vídeo da campanha da Oral-B aqui.

Carlo Manfroi

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    Carlo Manfroi é publicitário e escritor especialista em storytelling, pós-graduado em marketing interativo, CEO da Qualé Digital, professor de pós-graduação especializado em gerenciamento de crise e branding. Email: carlo@qualedigital.com – www.qualedigital.com www.storystudio.com.br